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O Honda Civic Type R é um dos esportivos mais cobiçados do mercado brasileiro e, ao lado de Toyota GR Corolla, Golf GTI e Ford Mustang GT Performance, habita os sonhos de quem sonha estar atrás do volante de um carro com “alma de pista”.
Lançado no Brasil em sua última geração há quase dois anos, o hatch da marca japonesa carrega em sua história uma série de fatos curiosos, que muitos aficionados pelo mundo automotivo talvez não conheçam.
Confira a seguir 3 curiosidades sobre o Honda Civic Type R, um esportivo “raiz e visceral”.
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O Honda Civic Type R foi projetado para ser o carro de tração dianteira mais rápido do mundo, e alcançou seu objetivo em abril de 2023, em uma das pistas mais desafiadoras do mundo.
O apimentado hatch da marca japonesa completou a volta no instigante circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7min44s881m. O piloto responsável pelo feito foi o argentino Nestor Girolami.
Engana-se quem pensa que o Honda Civic Type R sempre ostentou carroceria hatch. Desde que foi lançado, paralelamente à sexta geração do Civic tradicional, a versão esportiva foi construída como hatch em cinco das seis gerações.

A exceção ficou por conta da oitava geração, lançada em 2007. Na ocasião, o modelo japonês, que no Brasil ficou conhecido como “New Civic”, contou com uma variante esportiva produzida com carroceria sedan. Ela, porém, foi vendida exclusivamente no mercado japonês.
A terceira curiosidade em torno do Honda Civic Type R contrasta, ironicamente, com a primeira história que revelamos há pouco a respeito do carro esportivo produzido pela marca japonesa.

Se, por um lado, ele obteve um recorde por ser o tração dianteira mais rápido do mundo, o mercado brasileiro teve de se contentar por ter à venda o Type R “mais fraco do mundo”. A explicação é simples: como a gasolina vendida no Brasil tem etanol, foi preciso reduzir a potência do motor, que é inferior a 300 cavalos (297), contra 320 cv nos EUA e 330 cv no Japão.
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